quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Primeira aula

Gostaria de convidar os alunos a ler o capítulo das memórias do físico Richard Feynman, Prêmio Nobel, que, na sua mocidade, lecionou no Brasil. Participou de uma escola de samba, foi pessoa muito divertida, ao que parece. Peço sua atenção em especial para o que ele diz sobre os seus alunos brasileiros, com a facilidade que tinham para conhecer a teoria e sua dificuldade para utilizá-la para compreender ou discutir o que estava à sua frente. O capítulo em questão está disponível no endereço http://www.cgee.org.br/arquivos/pe_09.pdf e é o último texto do arquivo em questão, que por sinal é leve.
Bom proveito e até terça-feira, dia 3 de março!
Um abraço,
Renato

Um comentário:

  1. O texto é interessante porque apresenta um problema crônico que existe, inclusive, no "nosso" departamento.

    Nas últimas eleições para prefeito, uma coisa que me chamou a atenção foi o quanto somos desimportantes e incompetentes na política. Desimportantes porque não recebemos nem a visita dos candidatos nanicos, apesar da militância do PSOL e do PCO que existe por aqui. Incompetentes porque deveríamos ser capazes de promover pelo menos um "debatezinho" com os candidatos que realmente disputavam a prefeitura (Kassab, Alckmin e Marta).

    Daqui a alguns dias, a vida acadêmica terá que se subordinar, mais uma vez, aos interesses eleitoreiros dos que fazem greve em ano de eleição. Uma assembleia "decidirá" pela paralização, o regime de exceção instaurado proibirá a livre circulação de professores e alunos e teremos que esperar, pacientemente, a normalização das atividades no final de maio ou na primeira quinzena de junho.

    Quando vamos começar a filosofar?

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